Estou eu aguardando para conversar com minha orientadora na sala de espera do bloco e jamais poderia imaginar que tanta coisa estaria prestes a acontecer ao meu redor. Por ali passam muitas pessoas, malucas ou não, mas passam. E é impossível não observá-las.
Primeiro fato foi a passagem de um japonês. Japoneses têm cara de anormais por si só, mas aquele era um caso à parte. Tinha jeito pra louco. Mas estava de passagem.
Em seguida, professor e orientando conversavam sobre algo não-compreensível. Um utilizava espanhol e outro arranhava um português. Fica a cargo da sua imaginação visualizar a trágica conversação.
Para completar a história, surge uma professora com andar muito diferente, algo quase crônico. Não estou fazendo discriminação alguma a deficientes físicos, mas preciso incluir esta participação, cuja qual foi fundamental pra que eu chamasse um parêntese.
ABRE PARÊNTESE: E eu achava que era louco! Esse mundo é bem pior do que nossa vã filosofia pode imaginar.
Meu questionamento é: serei assim daqui a dois anos?
"Japoneses têm cara de anormais por si só, mas aquele era um caso à parte."
ResponderExcluirMORRI! ASIDHSADIUSDSADHASDHSAHUASHDUISADUDUSIADUSAHDUSIADUISHADUIHSADUISAHUISADHUISADHUISAHDUSADUIADUIADIHAIDUAIUDUAIDUIADUHDUIASIUDASUDHIUASHDIUSA